Na última reunião, o Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano, mas mudou o tom do comunicado: se o cenário de inflação seguir controlado, o Copom já admite começar a cortar os juros na reunião de março.
Na prática, isso significa que podemos estar muito perto do topo do ciclo de juros e, a partir daqui, iniciar uma fase de redução gradual.
Com a Selic ainda alta, os títulos pós-fixados (atrelados ao CDI) continuam interessantes para a reserva de liquidez, e há boas oportunidades em prefixados e IPCA+, principalmente para quem olha médio e longo prazo.
Por outro lado, se o mercado começar a enxergar cortes à frente, as taxas futuras tendem a cair e quem travou boas taxas antes pode se beneficiar com a valorização dos títulos que têm marcação a mercado.
A combinação de:
· juros ainda altos, pagando bem na renda fixa;
· com sinal de cortes à frente;
é um terreno fértil para bolsa e ativos de risco, principalmente para quem pensa em anos, não em meses.
O ponto não é sair mudando tudo na correria, e sim ajustar a alocação com calma:
· Revisar o equilíbrio entre pós, prefixado e IPCA+;
· Entender se faz sentido ir aumentando gradualmente a parcela em renda variável;
· Aproveitar as oportunidades de taxa sem comprometer a reserva e a segurança.
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Este material é informativo e não constitui recomendação individual. Cada decisão deve considerar seu perfil de risco, seus objetivos e horizonte de investimento.

